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Tantas pessoas a agradecer que passaria o ano falando o nome de todas.Primeiro ao pessoa do Soucer Code, especialmente a Pyrite Wolf (pela caixa de news), a Fanatica_77 (por toda skin) e ao Poximaker, (pela pagina html).Também agradeço a diversos sites que arranjei as imagens, mas são tantos que não poderia colocar seus links. Aos staffer's que vem cada dia melhorando o RPG. E a você, jogador, que nos ajuda a cada dia crescer.


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Torre do Relógio

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Torre do Relógio

Mensagem por Morgause Hathaway em Dom Jan 17, 2016 9:14 pm






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A Torre do Relógio dá acesso aos andares mais altos da escola e também possui sinos que dão as horas e horários das aulas. A Torre não começa no nível do piso térreo. Por estar localizada no topo de uma colina, a Torre começa na altura do terceiro andar. Quando você entra na Torre há um espaço enorme, como um salão de entrada, com escadarias de madeira dos dois lados. O primeiro patamar fica na altura do quarto andar. É neste patamar que se encontram as engrenagens e a face do relógio. Um longo corredor com uma entrada para a Ala Hospitalar situa-se neste patamar. O mesmo corredor liga a Torre ao resto do castelo. Se você subir mais um lance de escadas, chegará em outro patamar, desta vez na altura quinto andar. É neste patamar que ficam os sinos do relógio, sinos enormes de ouro e cobre.
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Re: Torre do Relógio

Mensagem por Thomas J. Sanders em Qui Fev 25, 2016 3:38 pm



Depressão
Torre do Relógio



Me escondi entre os degraus de madeira da torre do relógio, longe da vista de qualquer pessoa, respirando fundo. Aquele sentimento desconfortável estava subindo por meu peito novamente. Eu estremeci, com as mão tremendo quando enfiei a mão no bolso. Alcancei a tesoura com uma facilidade praticada e, com as mãos ainda tremendo puxei a manga do braço direito. Eu já podia ver as marcas... Alguns hematomas dolorosos, e as minhas marcas. Finas e retas descendo do pulso ao cotovelo, na parte interna do braço. Mentalmente pedindo desculpas aos gêmeos Campbell, eu estiquei a tesoura, aberta e encostei na pele pálida. Lentamente, como se para apreciar, minha mão deslizou, suave, trazendo a tesoura mais para baixo, e para o lado. Um corte leve se abriu e o sangue brotou. Era pouco mais que um arranhão, mas a visão do liquido avermelhado fez meu coração pular uma batida. Ele escorreu, pouco a pouco pelo meu pulso, como os cortes foram aumentando, aprofundando. O sangue descia pela minha pele pálida, e a tesoura parecia uma faca cortando manteiga. Em algum momento, a dor dos cortes, que eu já mal quase sentia, enfraqueceu mais, e minha visão embaçou. Não doia muito mais, nem os cortes, nem os machucados anteriores. Eu estava tonto, e o sangue escorria. Talvez eu tivesse corado muito profundamente dessa vez? Eu não me importava. A sensação era muito boa. Eu não sentia a dor, e, vendo o sangue escorrer, eu sabia que estava vivo. Meus lábios se curvaram num sorriso macabro, avermelhados na minha pele pálida. O sangue já começava a se tornar uma poça ao meu lado, encharcando minhas calças negras...

Eu sabia que devia sair dali, colocar um curativo...

Mas eu não conseguia me mover. Tudo rodava. Morrer ali não parecia uma ideia muito ruim.

Respirando pesadamente, olhei pela janela, as estrelas prateadas pareciam tão perto...



_________________


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Re: Torre do Relógio

Mensagem por Melanie A. Campbell em Qui Fev 25, 2016 6:36 pm


Obrigada, Pirraça


Consegui sair cedo da aula de Poções naquela tarde. Milagre! Mas é claro que eu não teria paz, porque precisava fazer um maldito trabalho de Herbologia, um relatório de no mínimo, sete páginas sobre as propriedades e características das mandrágoras. Mas é claro que eu já tinha feito oito delas, e nem sequer tinha terminado o trabalho... Maldito perfeccionismo.

Decidi por fim, ir a biblioteca, onde consegui quatro ou cinco livros grossos os quais me renderam mais três laudas de relatório e uma conclusão sucinta. - Amém! - Exclamei, embora estivesse sozinha - eu falo sozinha na maioria do tempo -, guardando os livros com cuidado nas prateleiras indicadas, pegando posteriormente minha mochila e colocando todos os pertences, sentindo uma fome instantânea. O jantar só sairia daqui a duas horas, de modo que decidi não esperar, e ir até as cozinhas, quem sabe aqueles elfos fofinhos não me arranjassem algo para comer...? Coloquei a alça da mochila sobre meu ombro direito, saindo da biblioteca em busca da cozinha do castelo, ou melhor, em busca de comida.

[...]

Já estava descendo o último degrau das escadarias, quando tropecei nos cadarços soltos dos meus tênis, caindo  com um baque surdo. Eu era acostumada a sofrer quedas por ser desastrada, mas isso não significa que eu não sentisse dor. Soltei a mochila no chão, o braço esquerdo meio ralado, a barriga doendo. - Ha ha ha, sua corvina burra! - Berrou uma voz familiar, enquanto eu examinava meu braço. - Vá a merda, Pirraça! - Gritei de volta. Um fato sobre mim: eu odeio aquele Poltergeist... E provavelmente é recíproco, já que sempre que me vê, Pirraça dá um jeito de encher minha paciência.

Desta vez é claro, não foi diferente. - Vou a merda, mas levo sua mochila junto! - Riu-se o poltergeist com jeito de palhaço, pegando minha mochila e voando com ela. - Pirraça, volta aqui, caralho! - Xinguei, tentando alcançar aquela figura amaldiçoada. - Seu infeliz! - Outro fato sobre mim: eu xingo muito quando estou brava!

Fiquei procurando um meio de conseguir lançar um feitiço em Pirraça, afinal, como se derruba um cara morto? De modo que fui obrigada segui-lo, igual a uma idiota, até o corredor do quarto andar, onde ele finalmente soltou meus pertences apesar de deixá-los todos os espalhados. - Argh! - Bufei de raiva, enquanto aquele defunto maldito preparava-se para jogar baldes de água em mim. Ouvi um gemido fraco, o que fez o poltergeist soltar os baldes. - Oi? Tem alguém aí? - Apontei minha varinha em direção a torre, entrando rapidamente nesta.

A visão que tive em seguida foi perturbadora: Thomas caído no chão, quase desacordado, uma poça de sangue formada em volta de si, uma tesoura ensanguentada pareceu-me ser a causa de tudo aquilo.   - Oh, Tommy, não, de novo não... - Chorei, apontando minha varinha em direção ao corte profundo localizado do pulso ao antebraço de Thomas Sanders. - Episkey! - Disse, enquanto o corte começa a se fechar, o que me aliviou um pouco, mas ainda sim, Tommy precisava ir para enfermaria, tinha perdido muito sangue, e eu não tinha como levá-lo tão rápido assim...

- Pirraça, vem cá, meu amigo tá desacordado aqui! Me ajuda, por favor! Ele precisa ir para a enfermaria... - Implorei, fraca. O espírito parecia a ponto de tirar sarro da minha cara, exceto quando viu o garoto desmaiado, não comentou nada, não arregalou os olhos ao ver a cena, apenas acenou com a cabeça, assustado, como se a morte eminente de Thomas fosse a sua. Eu não tinha ideia do como ele tinha morrido, mas fiquei grata por ele ter sumido na escuridão, levando o corpo inerte do meu amigo até onde eu espero, ser a enfermaria. Mas primeiro, precisava dar um jeito naquela poça de sangue, duvido que Thomas quisesse algum alarde sobre aquilo, e uma vez tendo sido levado pelo espírito, não havia nada que eu pudesse fazer, ao não ser rezar pela boa vontade do defunto. - Limpar! - Lancei o feitiço, literalmente "limpando" a poça de sangue onde outrora estava aquele pobre garoto. Uma lágrima escorreu, enxuguei-a com a mão, só agora me dando conta de que estava toda ensanguentada, não importava, eu precisava correr até a enfermaria. Foi o que fiz.


@Lilah


OFF: Melanie A. Campbell e Thomas J. Sanders saíram do local.

_________________



Nada a declarar, baby q


Melanie Anastasia Campbell

@Mydesire

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Re: Torre do Relógio

Mensagem por Severus Snape em Dom Mar 06, 2016 2:02 pm



Procurando Encrenca
ESPANCANDO SANDERS

Estava subindo as escadas bufando de raiva, e queria de fato descontar em alguém, estava de cabeça quente, subia até o quarto andar, precisamente na torre do relógio, andava de um lado para o outro tentando me acalmar mas parecia que quanto eu mais tentava pior ficava, vi de relance um vulto, escondido atrás do pêndulo grande do relógio que se movia lentamente, fui até lá para ver o que era, era Sanders. -Ora ora ora quem eu acho por aqui, uma bactéria escondida atrás de um relógio, seu verme infeliz, você me causa nojo! Apontava minha varinha para ele e usava meu feitiço levicorpus, levitava o corpo de sanders e o jogava contra a parede, aonde havia algumas luzes no teto, continuava apontando minha varinha para ele e do cerne de minha varinha fazia várias azarações contra ele. -Seu maldito! Cara-de-lesma! Capilaris! Furnunculus! Travalíngua! Vomere! Após utilizar tais sequências de azarações, Sanders vomitava lesmas, seus cabelos cresciam até as pernas, seu rosto ficava repleto de furúnculos sua língua ficava presa no céu da boca, e ele vomitava com a última azaração. Arrancava a força a varinha do bolso dele e dizia com desprezo raiva e ódio.-Resto de aborto, se quiser essa sua varinha, terá que ir nas masmorras, como eu sei que vocês da corvinal são um bando de sangues ruins, tanto quanto os da grifinória, ela estará em um local estratégico, boa sorte para pega-la seu lixo. Me retirava dali, guardava minha varinha e segurava a de Sanders e ia até as masmorras, chegando lá escondia a varinha dele abaixo de uma escada próximo aonde tinha as aulas de poções, abaixo da escada tinha um compartimento muito parecido com a parede de pedra, colocava a varinha dele dentro deste compartimento, e para abrir o compartimento ele precisaria resolver um enigma que era. "Do comedor saiu a comida. E do forte saiu a doçura" esse era o enigma que tinha proposto ao Sanders se ele quisesse ter a varinha de volta ele teria que resolver o enigma para tê-la de volta, saía dali e ia direto para minha comunal descansar um pouco.
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Re: Torre do Relógio

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